Rock in Rio 2026: segurança terá 7.680 agentes e drones
Rock in Rio 2026 terá esquema com 7.680 agentes, drones e reconhecimento facial. Público esperado passa de 700 mil pessoas. Veja os detalhes.
O Rock in Rio 2026 terá um esquema de segurança com 7.680 agentes das polícias Militar, Civil, Lei Seca e militares do Corpo de Bombeiros, em ações no entorno da Cidade do Rock, na Barra da Tijuca. A expectativa de público é de mais de 700 mil pessoas.
O governo do Estado do Rio de Janeiro divulgou, nesta sexta-feira (28), as informações sobre a segurança do evento, que ocorrerá nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro. Pela primeira vez, a Secretaria de Estado de Segurança Pública vai empregar drones e câmeras com sistemas de reconhecimento facial e identificação de placas de veículos.
O espaço aéreo sobre a área do evento será monitorado. A ação de drones em desacordo com as regras aplicáveis poderá resultar em responsabilização dos operadores, conforme a legislação.
A Polícia Militar mobilizará 4,5 mil agentes e contará com 177 viaturas terrestres e oito torres de observação. Para o controle de acesso e a segurança no entorno da Cidade do Rock, serão instalados seis pontos de bloqueio nas principais vias de acesso ao local.
A corporação também utilizará câmeras de monitoramento, sistemas de reconhecimento facial e identificação de placas veiculares. O Centro Integrado de Comando e Controle Móvel ficará instalado no BRT Parque Olímpico.
Em nota, a Polícia Militar informou que o planejamento para o Festival Rock in Rio em nada compromete a atuação da corporação em outras frentes. "As comunidades da Cidade de Deus, Gardênia Azul, Muzema, Morro do Banco e as demais da região seguirão recebendo policiamento e sendo contempladas pelas estratégias de segurança pré-definidas". Tanto os batalhões de área quanto as forças especiais participarão desse trabalho.
Ainda que o reforço seja expressivo, o que se perde não volta: a segurança em eventos dessa magnitude depende de planejamento contínuo e da integração entre as forças, algo que a memória dos grandes festivais no Rio mostra como essencial.