Histórias que transformaram para sempre a forma de contar no cinema. Descubra quais foram.
Orson Welles (1941) usou flashbacks e perspectivas múltiplas. Mostrou que cinema podia ser tão complexo quanto literatura.
D.W. Griffith (1916) entrelançou quatro histórias em paralelo. Provou que cortes rápidos podiam criar ritmo e emoção.
Akira Kurosawa (1950) contou o mesmo evento por quatro perspectivas conflitantes. Questionou a objetividade da narrativa.
Tarantino (1994) misturou sequências fora de ordem cronológica. Mostrou que o público aceitava narrativas não-lineares.
Christopher Nolan (2000) contou a história de trás para frente em preto e branco, alternando com cores. Desorienta propositalmente.
David Lynch (2001) entrelaçou duas narrativas que se confundem. Questionou qual história é real.
De Griffith a Lynch: cada um expandiu os limites do que histórias visuais podem fazer. Assista e entenda a evolução.
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