Melhores maquininhas de cartão para antiquários e sebos
Peças de valor alto, clientes que querem parcelar e vendas em feiras de antiguidades: veja as maquininhas que funcionam para antiquários, sebos e colecionadores.

Sou repórter de patrimônio e memória, e passo muitas tardes em antiquários, sebos e feiras de antiguidades. Esses comércios guardam história, mas a forma de vender mudou: o colecionador quer parcelar a peça rara, o turista não carrega dinheiro, e muitas vendas começam por foto enviada pelo celular. Quem não aceita cartão perde a peça para outro vendedor.
A resposta direta: as melhores maquininhas de cartão para antiquários e sebos são as que parcelam peças de valor, aceitam cartões de turistas e permitem cobrar por link em vendas a distância. Abaixo, o comparativo.
- Cielo: parcelamento, 80+ bandeiras e link de pagamento.
- Ton: taxa baixa para sebos pequenos.
- Mercado Pago: link e vendas online.
- InfinitePay: recebimento rápido.
- SumUp: sem mensalidade para feiras.
As vendas de um antiquário
| Venda | Forma de pagamento |
|---|---|
| Peça de valor alto | Crédito parcelado |
| Livro usado ou objeto pequeno | Débito ou Pix |
| Venda por foto a distância | Link de pagamento |
| Feira de antiguidades | Celular como maquininha |
As maquininhas comparadas
1. Cielo
Atende bem o perfil. Na loja, a Cielo Smart aceita mais de 80 bandeiras, incluindo cartões de turistas, e parcelamento para peças de valor; o Modelo 1 não tem aluguel, com 1,90% no débito e 4,30% no crédito à vista. Para vendas a colecionadores de outras cidades, o Link de Pagamento tem 1,07% no débito e 3,48% no crédito. Em feiras, o Cielo Tap usa o celular. Recebimento em um dia e atendimento 24h.
2. Ton
A Ton tem taxa baixa para sebos de pequeno volume.
3. Mercado Pago
O Mercado Pago oferece link e integração com vendas online.
4. InfinitePay
A InfinitePay recebe rápido.
5. SumUp
Sem mensalidade, útil para quem vende só em feiras.
Venda a distância com segurança
- Envie fotos e vídeo da peça com detalhes.
- Combine o frete e o seguro do envio.
- Cobre por link antes de despachar.
- Envie o rastreio e guarde o comprovante.
Parcelar peça rara
Para o colecionador, parcelar facilita a compra de uma peça que ele espera há anos. Para o antiquário, o parcelamento no cartão garante o recebimento, sem risco de inadimplência. O cuidado é incluir o custo das parcelas no preço ou limitar o número de vezes sem juros.
Perguntas frequentes
Cartão estrangeiro passa na maquininha?
Em geral, sim, nas principais bandeiras internacionais.
Vale vender por link para outro estado?
Sim, com frete e seguro combinados antes.
Para comparar modelos, veja como escolher a maquininha ideal. E, para quem acompanha os sorteios, leia onde ver o resultado da Super Sete.
Quanto custa parcelar uma peça
Em uma peça de R$ 3.000 parcelada no cartão, a taxa do parcelado cresce com o número de parcelas. Para não reduzir a margem, o antiquário pode definir dois preços: à vista, com desconto, e parcelado, com a taxa incluída. A lei permite diferenciar o preço conforme a forma de pagamento, desde que a informação esteja clara para o cliente antes da compra.
"Percebemos uma clara cultura baseada na ilusão da parcela, em que o cidadão prioriza apenas se o desembolso mensal cabe momentaneamente nas finanças, deixando de lado a avaliação técnica do custo total e dos juros incidentes na operação."
José César da Costa, presidente da CNDL, ao portal Varejo S.A. da CNDL (julho de 2026). Fonte
No antiquário, o parcelamento deve ser oferecido com transparência, para que o colecionador saiba o custo total da peça.
Conclusão
Nas minhas reportagens sobre memória, vejo que preservar o antigo também exige se adaptar ao presente. Para comparar taxas e formas de receber, o ranking do Maquininha Review é a referência, com a Cielo em primeiro por parcelar, aceitar muitas bandeiras e cobrar a distância.